sexta-feira, 20 de junho de 2014
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
domingo, 10 de novembro de 2013
sábado, 9 de novembro de 2013
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
terça-feira, 5 de novembro de 2013
domingo, 3 de novembro de 2013
Nova descoberta sobre Stonehenge abre a porta para novos mistérios
Pesquisadores do Reino Unido finalmente solucionaram uma peça do quebra-cabeças de mistérios que constitui Stonehenge.
O Museu Nacional do País de Gales e a Universidade de Leicester identificaram a origem das rochas como sendo Craig Rhos-y-felin, localizada a mais de 160 quilômetros, no norte de Pembrokeshire. Mas esta descoberta, é claro, abriu a porta para outro mistério: Como e por que uma cultura da antiguidade esculpiria e transportaria pedras gigantescas à uma grande distância.
“Ser capaz de identificar a fonte das pedras que são significativas arqueologicamente é muito notável,” disse o Dr. Rob Ixer da Universidade de Leicester para a BBC. “Porém, dada a contínua perseverança, estamos determinados a descobrir a origem da maioria, se não de todas as pedras de Stonehenge…”
Este ano passado tivemos uma ampla gama de pesquisas e descobertas sobre Stonehenge, inclusive uma declaração no mês passado de que os adoradores do antigo monumento implantaram locais de adoração ao Sol naquela área.
Nos últimos nove meses, os pesquisadores compararam o conteúdo mineral e os relacionamentos das texturas das pedras encontradas em Stonehenge e finalmente conseguiram identificar o local de origem das mesmas. Noventa por cento das amostras combinavam com as rochas encontradas em Craig Rhos-y-felin, as quais diferem de todas as outras no sul do País de Gales.
Mais pesquisas permitirão que os cientistas finalmente compreendam como as pedras fizeram a longa jornada para Stonehenge entre 3000 e 1660 AC.
Algumas teorias especulam que as pedras foram transportadas sobre a água pelo Canal Bristo e o Rio Avon. Porém, recentes tentativas de recriar a jornada, finalizaram em fracasso.
terça-feira, 29 de outubro de 2013
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Nós Humanos temos um grande problema ...
Nós julgamos o próximo quase que constantemente, baseados na raça, religião, cultura, orientação sexual e muitas outras coisas. Todas estas posturas críticas nos levam ao ódio. Como é que nós humanos, os quais nos tornamos tão evoluídos, podemos odiar uns aos outros tão entusiasmadamente?
Sim, nós evoluímos tecnologicamente, mas como uma raça de pessoas ainda estamos, pela maior parte, na idade das trevas. O que acontecerá quando tivermos o primeiro contato [com ETs], se as pessoas não podem sequer se dar bem e tampouco trabalhar juntas? Não seria mais fácil para os invasores/visitantes simplesmente tomar o controle total da humanidade porque nós não podemos superar nossas próprias diferenças de cor, raça, orientação e crença? Nossa espécie sobreviverá?
Como Ronald Reagan disse “Quando você para e reflete que somos todos filhos de Deus, seja lá onde for que você viva no mundo, não posso deixar de pensar … … se repentinamente houvesse uma ameaça a este mundo de alguma outra espécie de outro planeta lá fora em nosso universo. Nós esqueceríamos todas as diferenças locais que temos entre nossos países e descobriríamos de uma vez por todas que somos todos seres humanos aqui nesta Terra, juntos.” (4 de dezembro de 1985, em palestra para os alunos e docentes da Falston High School)
E novamente.
“Em nossa obsessão com os antagonismos do momento, muitas vezes esquecemos o quanto há que une todos os membros da humanidade. Talvez precisemos de alguma ameaça externa, universal, para nos fazer reconhecer esta ligação que temos em comum. Eu ocasionalmente penso o quão rapidamente nossas diferenças mundiais desapareceriam se estivéssemos enfrentando uma ameaça alienígena de fora de nosso mundo.” (21 de setembro de 1987, em discurso para a Assembléia Geral das Nações Unidas)
Ronald Reagan estava certo!
Não só o aspecto crítico de nossa civilização é destrutivo, mas a ganância também. As pessoas estão todas lutando por mais e mais. Elas priorizam as coisas materiais e esquecem o resto. Por que disso? Por que as pessoas não percebem que poderíamos todos viver juntos para o melhoramento de toda a humanidade e não somente de algumas poucas pessoas?
Nosso visitantes alienígenas devem nos considerar uma espécie incompetente e por isso que o primeiro contato ainda não ocorreu. Sim, as pessoas vêem os OVNIs e eles são relatados pelo mundo todo diariamente. Mas por outro lado você encontra aqueles que o julgam por aquilo que você viu.
É saudável possuir uma dose de ceticismo, mas devemos estar cientes de que há algo que estas pessoas estão vendo lá fora. Julgar ou rotular as pessoas como sendo loucas devido aos seus avistamentos ou experiências é simplesmente errado.
Acordem! Coloquem de lado nossas diferenças e aprendam a se dar bem e então, somente então, iremos ascender ao próximo nível de evolução. Eu vos imploro, coloque de lado os pequenos desgostos e coloquem suas armas de volta em suas cartucheiras, somente as sacando quando necessário, mas não contra sua própria espécie. Afinal, nós todos sangramos vermelho e no final do dia somos todos parte da humanidade.
Todos nós precisamos fazer estas coisas, ou nossa espécie se auto destruirá. Isso seria vergonhoso, porque há muito de bom em nós humanos.
Lembrem-se: “Não julgueis para não serdes julgados”.
-Ed Fleming
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Coletânea de filmagens da NASA que mostram OVNIs
O seguinte vídeo é uma pequena coletânea de filmagens e transmissões oficiais da NASA, que ocorreram entre 1981 e 2011, durante as missões do Ônibus Espacial.
Estas evidências de OVNIs “escaparam” da NASA. Algumas pessoas podem alegar que se tratava de meteoros, satélites ou lixo espacial, mas, como a própria pessoa que postou o vídeo no YouTube pergunta: “Meteoros, satélites e lixo espacial fazem curvas?”
É claro, não precisa ser um cientista da NASA para saber que a resposta é ‘não’.
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
1986: O caso do OVNI gigante do Alaska
Talvez o caso do OVNI gigante do Alaska seja o melhor dos casos de avistamento de OVNIs gigantes já documentado e vale a pena ser relembrado.
Em novembro de 1986, a tripulação de um vôo cargueiro japonês da JAL, que viajava sobre o estado do Alaska, nos EUA, declarou ter visto 3 objetos voadores não identificados, um gigantesco e dois menores.
O caso chamou a atenção da mídia internacional, quando a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) anunciou que iria investigá-lo oficialmente, porque o Centro de Controle de Tráfego Aéreo da cidade de Anchorage, no Alaska, havia informado que os OVNIs foram detectados em seu radar.
Capitão Terauchi, mostrando ilustração do OVNI gigantesco.
Após o incidente, o Capitão Terauchi, do Boing 747, apareceu em vários programas de rádio e televisão para relatar seu avistamento, porém, após alguns meses ele infelizmente foi despedido de seu cargo como capitão, apesar de sua grande experiência. Por sorte, vários anos mais tarde lhe permitiram retornar a seu cargo.
Os OVNIs deste caso foram rastreados por radares de solo e no céu, e o evento foi testemunhado por pilotos experientes, como também confirmado pelo chefe de divisão da FAA.
Segundo as declarações do capitão Kenju Terauchi, do primeiro oficial Takanori Tamefui e do engenheiro de vôo Yoshio Tsukuda, duas pequenas luzes e um enorme objeto luminoso se mostraram na tela de seu radar por mais de meia hora. O capitão Terauchi, um veterano com 29 anos de experiência de vôo disse: “[o objeto maior] era umas duas vezes maior do que um porta-aviões“.
Na ocasião, o capitão pediu permissão ao FAA para mudar de altitude, a fim de poder identificar corretamente os objetos voadores que o estavam seguindo. Ele disse que os objetos se moviam rapidamente e pararam repentinamente. Uma vez que pararam, uma luz ainda mais forte acendeu no objeto maior, a qual tinha tanta intensidade que o capitão disse que podia sentir o calor em seu rosto.
O capitão ainda disse que ficou olhando para os OVNIs por uns 6 minutos antes de notificar as outras pessoas, assim colocando o início do avistamento às 18h13min daquele dia.
A princípio o FAA confirmou que vários de seus controladores de tráfego rastrearam o 747 e os objetos, como haviam também feito os radares da Força Aérea dos EUA. Mais tarde, tentaram acobertar este episódio, dizendo que o avistamento fora causado por condições atmosféricas anômalas. No final, um porta voz do FAA disse: “aceitamos as descrições da tripulação, mas eles são incapazes de confirmar o que viram“.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Classificação dos encontros com ovnis
Segundo o documento de “Humanoid Study Group” de Joseph Allan Hynek do “Center for UFO Studies”, este autor classifica os encontros dos humanos com óvnis ou extraterrestres, em cinco fases claramente diferenciadas. Na continuação te apresentamos as diferentes fazes.
Encontros na Primeira Fase
Nesta fase os humanos são observados pelos extraterrestres desde o interior da nave. Esta observação pode fazer-se pela fuselagem que se torna transparente.
Encontros da Segunda Fase
Nesta fase, os testemunhos descrevem como um ou vários extraterrestres que entram e saem dum OVNI.
Encontros na Terceira Fase
Os testemunhos afirmam ver os alienígenas fora de um OVNI. Aqui não se vê eles a entrarem e sair da nave. Mas pela estranha aparência dos seres, pensa-se que são extraterrestres. É o que se conhece como “associação deduzida”.
Encontros na Quarta Fase
Neste encontro produz-se a “associação suposta”. Nesta fase, apesar de não haver nave alguma nas proximidades do lugar do encontro com o alienígena, o texto associa ao fenómeno OVNI por razoes culturais: pelos filmes, desenhos animados, series de T.V…
Encontros na Quinta Fase
Nesta fase o texto descreve o encontro sem a proximidade de OVNI. Um exemplo seria o Yeti ou Mothman, criatura mistificada pelas lendas. Mas a vinculação ao fenómeno OVNI não é certa.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Está provado: «Os extraterrestres existem»
Edgar Mitchell, antigo astronauta da NASA, que já esteve na Lua, garante que os extraterrestres existem e que durante a sua carreira teve conhecimento de várias visitas de OVNI ao planeta Terra, todas elas escondidas, noticia o jornal inglês «The Telegraph».
O homem de 77 anos, membro da tripulação do «Apollo 14» afirmou que fontes da agência espacial descrevem os alienígenas como «pessoas pequenas que a nós nos parecem estranhas».
Em entrevista para a rádio «Kerrang» revelou que a tecnologia humana «não é nem um pouco tão sofisticada» como a dos alegados visitantes. Alertou ainda para o facto de serem hostis, mas que «a esta altura já foram embora».
O antigo astronauta acredita que «não há dúvidas de que existe vida no universo. Nós não estamos de todo sozinhos. Estou certo disso». Edgar Mitchell considera-se «privilegiado por saber que já fomos visitados por extraterrestres no nosso planeta. O fenómeno dos OVNI é real».
O motivo para a generalidade das pessoas não estar ciente daquilo que o astronauta acredita ser uma realidade deve-se ao facto de «ter sido abafado por todos os governos nos últimos 60 anos», no entanto «lentamente foram existindo algumas fugas de informação e alguns de nós fomos privilegiados por termos sido informados sobre esse facto».
Edgar Mitchell conta que esteve «nas reuniões dos serviços secretos militares» e sublinha que «fomos visitados».
A NASA reagiu prontamente e afirmou que a organização «não vigia OVNI. A NASA não está envolvida em nenhuma espécie de camuflagem acerca da existência de vida extraterrestre neste planeta ou noutro sítio qualquer do Universo».
terça-feira, 25 de junho de 2013
Esfera metálica não identificada cai do céu na Namíbia
Uma bola metálica com 1,1 metro de diâmetro e 6 kg caiu em uma região isolada da Namíbia, sem provocar danos. O caso aconteceu em Novembro, mas a foto foi divulgada somente nesta quarta-feira. Segundo as autoridades, o objeto possivelmente se desprendeu da órbita terrestre.
A bola foi encontrada perto de um vilarejo no norte do país, a 750 km da capital Windhoek. "Os habitantes do vilarejo e os policiais do posto local escutaram várias pequenas explosões em uma distância de três quilómetros, e cinco dias depois encontraram este objeto metálico esférico", declarou à AFP diretor da polícia científica Paul Ludik.
As autoridades da Namíbia entraram em contato com a Nasa e a ESA, as agências espaciais americana e europeia, para tentar notifica-las da descoberta.
De acordo com a Nasa, as chances de uma pessoa entre os cerca de 7 bilhões de pessoas que habitam a Terra ser atingida por um lixo espacial são de 1 em 3.200.
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Viagens através do tempo
Já que está provado que os OVNI podem reverter o tempo, hoje a Física também tem conhecimento que as viagens através do tempo são perfeitamente possíveis. Só que ainda não temos a tecnologia necessária. Certas personagens misteriosas do passado, surgindo repentinamente no cenário da História, parecem ter vindo do futuro - uma vez que demonstraram ser detentores de certos conhecimentos muito à frente da sua época. Leonardo da Vinci, por exemplo, foi um deles!
domingo, 23 de junho de 2013
Area 51
Situado no estado Americano Nevada, acerca de 190 Km a noroeste de Las Vegas, encontra-se um lugar que não aparece em nenhum mapa oficial. O acesso a este território, do tamanho da Suíça, está estritamente proibido.
Este sitio é da “Nellis Air Force Range” e o sitio nuclear de Nevada mais conhecido por “Área 51” ou “Zona 51”. Foi fundando em 1954 para servir de base secreta para “Lockeed Aircraft Corporation”, uma companhia de armamento e de aeronáutica. O sítio tornou-se então um lugar altamente secreto dedicado aos ensaios de projectos de defesa tecnologicamente muito avançados, tais como o bombardeiro furtivo “Stealth” e outros programa estimados em 35 mil milhões de dólares americanos. Os média falaram pela primeira vez da “Área 51” em 1987, por causa de um incêndio químico que ocorreu na base do lago Groom e que causou varias vitimas. Atrás do incidente, o governo Americano teve que reconhecer a base ultra secreta.
Em 1989, um antigo técnico do sítio declarou que existia uma actividade OVNI ao redor da zona. Este técnico é Robert Lazar. Robert afirmou ter trabalhado cinco meses como cientista entre 88 e 89 e revelou para a televisão que o governo Americano dirigia ali um programa de pesquisa sobre resto de discos voadores.
Depois destas declarações, recebeu ameaças de morte e também dispararam sobre o seu carro. Um jornalista que começou que começou a investigar a zona também foi alvo de ameaças. Também um engenheiro em electricidade que afirmou ter visto um disco voador na zona. Que escondem então detrás da “Área 51” para que o seu segredo esteja tão preservado e os façam tomar medidas tão radicais? Pelo que se conta, havia outro sitio ultra secreto no interior da zona 51. Este sítio tem o nome de sector S4 e é aqui onde eram guardados os restos de OVNI. O sector S4 é um subterrâneo situado na parte montanhosa perto do lago Papoose.
Robert Lazar pertencia a uma equipa de 22 engenheiros que trabalhava para o exercito para estudar o modo de propulsões dos OVNI. Robert Lazar visitou os famosos discos do sector S4 e pôde consultar muita documentação sobre OVNI e os seus ocupantes, pequeno seres sem pêlo e catalogados que provinham da zona estelar de Zeta Reticuli. Confirmou-se que Robert Lazar trabalhou na “Área 51” e o governo nunca negou.
Outra provas apareceram para completar um pouco mais o quebra-cabeças. Em 1995, uma sociedade Alemanha publica um vídeo titulado “secret of the black world”. Nele pode-se ver um objecto luminoso planeado em cima da zona, todo ele filmado por uma câmara de T.V. japonesa: Norio Hayakawa.
Segundo as declarações da câmara, o objecto não era nenhum avião do tipo clássico. Outro repórter conseguiu chegar ao coração da zona e do sector S4, e conseguiu filmar uma sala cheia de grandes contentores que continham material extraterrestre.
Pouco a pouco as peças do puzzle se vão montando no seu sítio e um dia nos permitirão ter uma melhor visão do lugar mais secreto da terra.
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