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sábado, 20 de junho de 2015
domingo, 14 de junho de 2015
quinta-feira, 11 de junho de 2015
terça-feira, 9 de junho de 2015
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Cataratas de sangue. A grande pista de que há vida em Marte pode estar na Antárctida
Há vários meses que os cientistas tentavam desvendar o que escondiam as arrepiantes cataratas de sangue do mais meridional dos continentes. Agora falam em vida por baixo dos glaciares, num levantar do véu sobre vida alienígena no universo Jill Mikucki chama-lhe 'curiosidade' mas, até há bem pouco tempo, quase todos os cientistas e curiosos que observaram as cataratas de sangue da Antárctida achavam que elas eram uma inexplicável deficiência do sistema. Naquela que é uma das zonas mais secas e áridas do planeta Terra, nos chamados Vales Secos do mais meridional dos continentes, foram aparecendo misteriosas quedas de água vermelha que têm deixado perplexas as equipas a trabalhar na região. À parte pequenos lagos de água gelada e glaciares isolados, os Vales Secos pareciam apenas espaços sem vida no meio da imensidão desértica. Houve cientistas, no passado, a encontrar focas com milhares de anos de idade, totalmente mumificadas, o que só contribuiu para a ideia de que aqui, neste canto da Terra, nada pode crescer nem viver. Mas essa ideia, tão antiga quanto as primeiras viagens ao continente, acabou de se tornar aparentemente obsoleta graças ao fenómeno sangrento de glaciares como o Taylor, através do estudo das cataratas que, afinal, não escorrem sangue para o lago Bonney, na parte mais a sul dos três maiores Vales Secos de McMurdo.Escorrem, sim, água salgada que ganha a cor do sangue graças aos altos níveis de óxido de ferro. 'Aprendemos tanto sobre os vales secos da Antárctida apenas a olhar para esta curiosidade', dizia há uns dias Jill, microbióloga da Universidade de Knoxville, no Tennessee, que liderou o estudo publicado na revista 'Nature Communications', na terça-feira. 'As cataratas de sangue não são uma mera anomalia, mas um portal para um mundo subglacial.'O que a equipa de Mikucki descobriu em investigações ao longo dos últimos meses, através da prospecção electromagnética do local numa série de voos de helicóptero, é que há vida por baixo dos glaciares desérticos, uma rede de água subterrânea que é um potencial habitat de vida microbiana pristina, intocada há milhares de anos.Movidos por essa suspeita, os investigadores norte--americanos, franceses e dinamarqueses criaram um sensor electromagnético, um enorme transmissor que suspenderam de um helicóptero e testaram numa das cataratas de sangue, no vale Taylor. O instrumento cria um campo magnético que detecta diferenças de condutividade no solo e no subsolo, a uma profundidade de cerca de 300 metros. A evidência saltou quase de imediato à vista, conta Jill. 'A água salgada brilhou como um farol.' O que isto quer dizer é que, ao contrário do que se julgava serem desertos sem vida, existe água líquida por baixo do solo gelado, numa extensão de cerca de 12 quilómetros, talvez mais, que poderá albergar microrganismos. A água tem o dobro da salinidade da do mar e duas razões podem explicar esse facto, adiantou a microbióloga ao LiveScience: as salmouras podem derivar do congelamento e evaporação de lagos maiores que, em tempos, encheram o vale Taylor, ou a água do oceano pode ter inundado as ravinas, deixando para trás níveis altos de sal quando recuou. Isso liga-se ao facto de, durante o Verão do hemisfério sul, os Vales Secos se encherem de pequenos rios e correntes de água que percorrem quilómetros, da Antárctida até ao oceano do Sul, um corpo de água biologicamente rico que circunda o continente gelado. 'Penso que este é um estudo muito interessante e excitante, porque a hidrologia dos Vales Secos tem uma história complicada e tem havido poucos dados sobre o que está a acontecer sob a superfície', reagiu ao 'Washington Post' Dawn Sumner, geobiológa da Universidade da Califórnia, que não esteve envolvida na investigação.Mais do que isso, diz quem esteve envolvido, é que as descobertas já confirmadas sobre a existência de lençóis aquíferos com vida microbiana inauguram um admirável mundo novo que pode ir daqui até ao espaço. Isto porque Jill e a sua equipa acreditam que o facto de haver vida por baixo dos desertos gelados da Antárctida pode ser a tão almejada confirmação de que há vida em Marte e noutros planetas da nossa galáxia. Ao apresentar os resultados dos testes, Mikucki lembrou que 'os cientistas têm usado os Vales Secos para testar instrumentos desde as missões dos vikings' e que, portanto, 'a forma como se detectaram as salmouras' e a forma como se acede a elas 'é relevante para trabalhos em sítios como Marte' – até porque, se algum dia for, de facto, encontrada e confirmada a existência de vida nesse planeta, ou noutros, ela deverá ser semelhante à vida microbiótica agora detectada no subsolo de partes da Antárctida, sublinhou. A subsuperfície do lago Vostok, em Marte, que os cientistas acreditam conter extensa vida alienígena, é muitas vezes citada como um exemplo de fenómenos que podem ser encontrados em Europa, a lua de Júpiter coberta de gelo e oceanos. E estudos recentes sobre Marte detectaram salmouras no planeta que potencialmente terão mantido seres vivos. Se no nosso planeta as águas do subsolo albergam 'formas extremas de vida', referia há uns dias o 'Washington Post', noutras partes do universo, 'as mesmas condições poderão ser tão hospitaleiras quanto o planeta em si'. 'A subsuperfície é, na realidade, bastante atraente quando se pensa em vida noutros planetas', lembra Mikucki. 'É fria e escura e tem todas estas agressões contra ela, mas está protegida do ambiente severo da superfície.' Que condições melhores para gerar vida, qual útero interplanetário? Esses serão os próximos estudos.
Informação retirada daqui
quarta-feira, 1 de abril de 2015
Crateras misteriosas continuam a surgir na Sibéria
Os cientistas localizaram dezenas de novas crateras na Sibéria, na Rússia, que se pensa estarem ligadas a emissões de gás metano. A descoberta já levou a um apelo por parte de cientistas russos para que o fenómeno seja investigado.
Os primeiros daqueles buracos gigantes foram descobertos em 2014, na península de Yamal.
As primeiras investigações indicaram que as crateras se terão formado após uma acumulação de gás no subsolo, mas, agora, imagens de satélite revelaram dezenas de novas crateras em torno das maiores. Só à volta de uma delas foram identificados 20 buracos mais pequenos.
«Sabemos de sete crateras existentes na área. Cinco estão na península de Yamal, uma no distrito autónomo de Yamal e outra está no norte de Krasnoyarsk – perto da península de Taimyr. Sabemos a localização exata de quatro delas, as outras três foram vistas por pastores. Mas tenho a certeza que há mais crateras em Yamal, só precisamos procurá-las», afirma Vasily Bogoyavlenskym, da Academia Científica Russa, ao jornal local «Siberian Times».
«Gostaria de comparar este fenómeno com cogumelos: quando encontrar um cogumelo verifique se há mais ao redor. Acho que pode haver mais 20 ou 30 crateras», acrescenta o cientista.
O grande problema envolvido no mistério é que a pesquisa e a exploração podem ser perigosos para os cientistas, uma vez que as crateras libertam gases por longos períodos de tempo. Os buracos chegam a ter 70 metros de profundidade com um diâmetro de 600 metros.
Vasily Bogoyavlenskym diz que uma das crateras é interessante porque se transformou num lago e possui 20 pequenas crateras à volta.
«Suponho que novas podem aparecer. Vamos contá-las e fazer um catálogo. Algumas são pequenas, não possuem nem dois metros de diâmetro», conta o cientista.
Vasily Bogoyavlenskym refere que nenhum cientista ainda esteve na região e que a descoberta foi feita através de relatos e da monitorização por satélite. O investigador alerta que houve uma série de emissões de gases durante um período prolongado e que não se sabe quando ocorrerão os próximos fenómenos. Os cientistas preveem supervisionar o local para evitar tragédias. Há relatos de moradores que sentiram tremores de terra na região.
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Sonda da NASA fotografa osso em Marte?
Uma imagem captada pela sonda Curiosity, no passado dia 14 de agosto, veio relançar a discussão da existência de vida extraterrestre no planeta Marte. Na fotografia é possível ver algo parecido com um fémur e, nas redes sociais, tal como blogues de apaixonados pelo tema, já circula a teoria de que esta é a prova da existência de extraterrestres.
A imagem inicialmente divulgada por um blogue da especialidade e, depois, por vários órgãos de comunicação social, tornou-se em poucos dias viral na Internet.
O fato da fotografia ter sido tirada pela sonda Curiosity e ser propriedade da NASA, confere credibilidade à mesma. Recorde-se que a sonda aterrou em Marte em agosto de 2012 e, desde então, este veículo não tripulado, equipado com câmaras e instrumentos de perfuração, tem explorado a superfície de Marte.
No início do ano foi também fotografado pela sonda umas luzes e, na altura, a NASA afastou a hipótese de os reflexos de luz no horizonte, que também motivou o interesse de entusiastas de OVNI, fossem sinais de vida alienígena.
sexta-feira, 20 de junho de 2014
domingo, 3 de novembro de 2013
Nova descoberta sobre Stonehenge abre a porta para novos mistérios
Pesquisadores do Reino Unido finalmente solucionaram uma peça do quebra-cabeças de mistérios que constitui Stonehenge.
O Museu Nacional do País de Gales e a Universidade de Leicester identificaram a origem das rochas como sendo Craig Rhos-y-felin, localizada a mais de 160 quilômetros, no norte de Pembrokeshire. Mas esta descoberta, é claro, abriu a porta para outro mistério: Como e por que uma cultura da antiguidade esculpiria e transportaria pedras gigantescas à uma grande distância.
“Ser capaz de identificar a fonte das pedras que são significativas arqueologicamente é muito notável,” disse o Dr. Rob Ixer da Universidade de Leicester para a BBC. “Porém, dada a contínua perseverança, estamos determinados a descobrir a origem da maioria, se não de todas as pedras de Stonehenge…”
Este ano passado tivemos uma ampla gama de pesquisas e descobertas sobre Stonehenge, inclusive uma declaração no mês passado de que os adoradores do antigo monumento implantaram locais de adoração ao Sol naquela área.
Nos últimos nove meses, os pesquisadores compararam o conteúdo mineral e os relacionamentos das texturas das pedras encontradas em Stonehenge e finalmente conseguiram identificar o local de origem das mesmas. Noventa por cento das amostras combinavam com as rochas encontradas em Craig Rhos-y-felin, as quais diferem de todas as outras no sul do País de Gales.
Mais pesquisas permitirão que os cientistas finalmente compreendam como as pedras fizeram a longa jornada para Stonehenge entre 3000 e 1660 AC.
Algumas teorias especulam que as pedras foram transportadas sobre a água pelo Canal Bristo e o Rio Avon. Porém, recentes tentativas de recriar a jornada, finalizaram em fracasso.
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Nós Humanos temos um grande problema ...
Nós julgamos o próximo quase que constantemente, baseados na raça, religião, cultura, orientação sexual e muitas outras coisas. Todas estas posturas críticas nos levam ao ódio. Como é que nós humanos, os quais nos tornamos tão evoluídos, podemos odiar uns aos outros tão entusiasmadamente?
Sim, nós evoluímos tecnologicamente, mas como uma raça de pessoas ainda estamos, pela maior parte, na idade das trevas. O que acontecerá quando tivermos o primeiro contato [com ETs], se as pessoas não podem sequer se dar bem e tampouco trabalhar juntas? Não seria mais fácil para os invasores/visitantes simplesmente tomar o controle total da humanidade porque nós não podemos superar nossas próprias diferenças de cor, raça, orientação e crença? Nossa espécie sobreviverá?
Como Ronald Reagan disse “Quando você para e reflete que somos todos filhos de Deus, seja lá onde for que você viva no mundo, não posso deixar de pensar … … se repentinamente houvesse uma ameaça a este mundo de alguma outra espécie de outro planeta lá fora em nosso universo. Nós esqueceríamos todas as diferenças locais que temos entre nossos países e descobriríamos de uma vez por todas que somos todos seres humanos aqui nesta Terra, juntos.” (4 de dezembro de 1985, em palestra para os alunos e docentes da Falston High School)
E novamente.
“Em nossa obsessão com os antagonismos do momento, muitas vezes esquecemos o quanto há que une todos os membros da humanidade. Talvez precisemos de alguma ameaça externa, universal, para nos fazer reconhecer esta ligação que temos em comum. Eu ocasionalmente penso o quão rapidamente nossas diferenças mundiais desapareceriam se estivéssemos enfrentando uma ameaça alienígena de fora de nosso mundo.” (21 de setembro de 1987, em discurso para a Assembléia Geral das Nações Unidas)
Ronald Reagan estava certo!
Não só o aspecto crítico de nossa civilização é destrutivo, mas a ganância também. As pessoas estão todas lutando por mais e mais. Elas priorizam as coisas materiais e esquecem o resto. Por que disso? Por que as pessoas não percebem que poderíamos todos viver juntos para o melhoramento de toda a humanidade e não somente de algumas poucas pessoas?
Nosso visitantes alienígenas devem nos considerar uma espécie incompetente e por isso que o primeiro contato ainda não ocorreu. Sim, as pessoas vêem os OVNIs e eles são relatados pelo mundo todo diariamente. Mas por outro lado você encontra aqueles que o julgam por aquilo que você viu.
É saudável possuir uma dose de ceticismo, mas devemos estar cientes de que há algo que estas pessoas estão vendo lá fora. Julgar ou rotular as pessoas como sendo loucas devido aos seus avistamentos ou experiências é simplesmente errado.
Acordem! Coloquem de lado nossas diferenças e aprendam a se dar bem e então, somente então, iremos ascender ao próximo nível de evolução. Eu vos imploro, coloque de lado os pequenos desgostos e coloquem suas armas de volta em suas cartucheiras, somente as sacando quando necessário, mas não contra sua própria espécie. Afinal, nós todos sangramos vermelho e no final do dia somos todos parte da humanidade.
Todos nós precisamos fazer estas coisas, ou nossa espécie se auto destruirá. Isso seria vergonhoso, porque há muito de bom em nós humanos.
Lembrem-se: “Não julgueis para não serdes julgados”.
-Ed Fleming
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Coletânea de filmagens da NASA que mostram OVNIs
O seguinte vídeo é uma pequena coletânea de filmagens e transmissões oficiais da NASA, que ocorreram entre 1981 e 2011, durante as missões do Ônibus Espacial.
Estas evidências de OVNIs “escaparam” da NASA. Algumas pessoas podem alegar que se tratava de meteoros, satélites ou lixo espacial, mas, como a própria pessoa que postou o vídeo no YouTube pergunta: “Meteoros, satélites e lixo espacial fazem curvas?”
É claro, não precisa ser um cientista da NASA para saber que a resposta é ‘não’.
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