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sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Mistérios - A “frota fantasma” na costa de Singapura


De acordo com o Daily Mail do Reino Unido, a “frota fantasma” uma enorme e misteriosa tinha aparecido na costa de Singapura. O número de navios é maior do que a soma dos navios dos EUA e da marinha britânica. No entanto, não havia qualquer pessoas ou carga nos navios. Alguns arriscam uma explicação e dizem que eles foram deixados aqui por agências de navegação à falência em crise económica global.

Informação retirada daqui

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Mistérios Bizarros - Incidente de Passo Dyatlov


Nove esquiadores russos, liderados por Igor Dyatlov, numa expedição ao norte dos Montes Urais foram encontrados mortos em fevereiro de 1959 em circunstâncias assustadoras e inexplicáveis.

As barracas de dormir foram rasgadas de dentro para fora e muitos dos montanhistas tentaram fugir a pé, mesmo enfrentando um forte nevão. Crânios fraturados e costelas partidas acredita-se que foram causados por uma força muito maior que a humana. Também foram encontrados níveis massivos de radioatividade nas roupas das vítimas. O que teria causado tudo isso?

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Mistérios - UVB-76




UVB-76 é uma estação de rádio de ondas curtas, que geralmente transmite na frequência de 4625 kHz. É conhecida entre os ouvintes de rádio pelo apelido de The Buzzer. Ela possui um pequeno e monótono sinal, repetindo-se a uma taxa aproximada de 25 tons por minuto, durante 24 horas por dia. A estação tem sido observada desde cerca de 1982. Em raras ocasiões, o sinal de alarme é interrompido e uma transmissão de voz em russo ocorre. Apenas três ou quatro eventos desse tipo foram notados desde 1982. Há muita especulação, no entanto, o verdadeiro objetivo desta estação ainda é desconhecido.
A estação transmite um som vibrante, que dura 0,8 segundo, pausando por 1-1,3 segundos, e repetindo-se 21-34 vezes por minuto. Um minuto antes de cada hora, o tom de repetição é substituído por um tom contínuo, que continua por um minuto até que o tom de repetição volte a tocar. Entre as 07:00 e 07:50 GMT, a estação transmite com baixo consumo de energia, quando a manutenção do transmissor aparentemente ocorre.
A UVB-76 era transmitida pelo menos desde 1982 como repetitivo “pip” de dois segundos, mudando para uma campainha no início de 1990. Ela foi alterada brevemente para um tom mais alto e de maior duração (cerca de 20 tons por minuto) em 16 de janeiro de 2003, embora o este som tenha sido revertido para o padrão de tom anterior. Frequentemente, conversas distantes e outros ruídos de fundo podem ser ouvidos pela estação: isso sugere que o dispositivo é movimentado por trás de um microfone ao vivo e constantemente aberto (em vez de uma gravação de som ou automatizada sendo alimentada através de equipamentos de reprodução) ou que um microfone pode ter sido ligado acidentalmente. Uma dessas ocasiões foi em 3 de novembro de 2001, quando uma conversa em russo foi ouvida: (“Eu sou o 143º. Eu não recebo o oscilador (gerador). ” “Isso é o que a sala de operações está emitindo.” ou “Essas são as ordens de operações.”)

Informação retirada daqui

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Mistérios Bizarros - Pés trazidos pelo oceano


Durante mais de quatro anos, pelo menos 11 pés humanos foram trazidos pelo mar para a costa da cidade de British Columbia, a oeste do Canadá. Os pés, ainda com calçados, apareceram nas praias da região conhecida como Georgia Basin. Intrigante também é o facto de a maioria serem pés esquerdos.

Brincadeira de mau gosto? Processos estranhos de decomposição de corpos de pessoas afogadas? Enquanto os pés flutuam, as teorias afundam.

sábado, 9 de janeiro de 2016

Mistérios - O Incidente de Tunguska


Tunguska é uma região da Sibéria Central (Coordenadas GPS – Latitude / Longitude: 60°53’5.10″N, 101°53’10.53″E) onde, às 7h15 da manhã de 30 de junho de 1908, houve uma gigantesca explosão após um raio gigantesco (bola de fogo, em algumas versões) ser visto atravessando o céu. Não foram encontrados vestígios de meteorito ou explosão nuclear, causando uma onda de impacto que devastou toda a região do Lago Baikal (Coordenadas: 53°23’48.06″N, 108°16’45.01″E), afetando em menor grau todo o norte da Europa. Este evento recebeu o nome desta região, evento de Tunguska.

Na manhã de 30 de junho de 1908, o fazendeiro S. B. Semionov estava sentado na varanda de sua casa, no isolado posto comercial de Vanavara, Sibéria, 750 quilômetros a noroeste do lago Baikal. Eram apenas sete e quinze da manhã, mas o dia já estava bem claro, pois no verão o sol nasce cedo nessa latitude setentrional. Próximo dali, o vizinho de Semiónov, P. P. Kossalopov, estava arrancando pregos de uma janela. Nenhum deles poderia fazer idéia do drama que estavam prestes a presenciar. Um pouco adiante, as árvores entortadas como simples gravetos. Subitamente, Semiónov alarmou-se ao ver, do lado noroeste, uma enorme raio gigantesco/bola de fogo que “cobria grande parte do céu”. O fazendeiro contorceu-se de dor, pois o calor emitido parecia estar queimando sua camisa. O vizinho Kossalopov largou o alicate que estivera usando e levou as mãos às orelhas, que pareciam estar em brasa. Primeiro olhou para o telhado de sua casa, com medo de que estivesse em chamas, depois virou-se para Semiónov. “Você viu alguma coisa?”, perguntou Kossalopov. “Como poderia não ter visto?”, respondeu o apavorado Semiónov, ainda sentindo as queimaduras.
Alguns segundos depois, a cegante bola de fogo/ raio gigantesco , de um azul brilhante, arrastando uma coluna de poeira, explodiu 65 quilômetros adiante, com tal força que derrubou Semiónov de sua varanda, deixando-o inconsciente por alguns segundos. Recuperando-se, ele pôde sentir tremores de terra que sacudiam a casa toda, arrancando a porta do celeiro e quebrando vidraças. Na casa de Kossalopov, caiu terra do teto. Ruídos de trovão enchiam o ar. A grande “bola de fogo” siberiana de 1908 foi um acontecimento tão excepcional que provocou uma controvérsia que dura até os dias de hoje. As explicações dadas para o fato atingem o domínio do bizarro, incluindo a hipótese extraordinária de ter sido causada por nada menos que a aterrissagem forçada de uma nave espacial nuclear, talvez mesmo de origem extraterrestre.

Próximo do ponto zero, ao norte de Vanavara, inúmeros nativos foram atirados ao ar pela violenta explosão, e suas tendas, carregadas por um forte vento. Ao redor deles, a floresta começou a arder. Ao inspecionar cautelosamente o local da explosão, os atordoados tunguses encontraram terríveis cenas de devastação. Árvores haviam sido derrubadas como palitos de fósforos numa área de 30 quilômetros em torno. O intenso calor fundira objetos metálicos, destruíra depósitos e queimara muitas renas, matando-as. Nenhum animal da área sobreviveu, mas, milagrosamente, nenhum ser humano foi morto. Houve também relatos de uma misteriosa “chuva negra”. Os efeitos da explosão de Tunguska foram ouvidos e sentidos a 1000 quilômetros ao seu redor. Testemunhas do distrito de Kansk, a 600 quilômetros dali, disseram que alguns pescadores foram atirados ao rio e cavalos foram derrubados por ondas de impacto, enquanto as casas tremiam e objetos caíam das prateleiras. O condutor do trem expresso Transiberiano parou a composição com medo de um descarrilamento, quando os vagões e a locomotiva começaram a tremer. Outros efeitos foram notados pelo mundo inteiro, mas sua causa permaneceu desconhecida por muito tempo, pois as notícias sobre a bola de fogo e a explosão foram pouco difundidas durante muitos anos.
Ondas sísmicas como as de um terremoto foram registradas em toda a Europa, assim como perturbações no campo magnético da Terra. Os meteorologistas notaram que ondas de choque atmosférico da explosão circularam a Terra duas vezes. Calcula-se que a explosão de Tunguska foi equivalente a 500 bombas atômicas como a de Hiroshima, arrasando 2.200 quilômetros quadrados de florestas.
Mais tarde foi descoberto que no dia anterior ao incidente, Teslas havia testado sua teoria sobre ser possível transmitir eletricidade pelo ar, através da sua enorme antena construída para o experimento, invento que ficou conhecido como “Raio da Morte” após as suspeitas de que Teslas tenha sido o responsável pelo evento de Tunguska. Essa tecnologia foi comprada pela a empresa JP Morgan e hoje pertence aos EUA, o que leva a suspeita do Projeto Haarp ser o fruto da imaginação de Teslas….mas isso já é outra história!

Informação retirada daqui

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Mistérios Bizarros - Doença do meteoro


No dia 15 de setembro de 2007, a vila de Carancas no Peru, próxima da fronteira da Bolívia, foi atingida por um meteorito que formou uma cratera de 4,5 metros de profundidade e 13 metros de largura. Dela, água a ferver começou a sair, libertando gases nocivos, que deixaram os residentes da vila a sofrer de doenças inexplicáveis com vários sintomas.

Uma das teorias é que houve uma mistura da água subterrânea do local, que teria arsénio, com rochas que tinham enxofre e com as próprias substâncias do meteorito: uma combinação de gases que teria envenenado as pessoas.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Luz misteriosa deixou California em pânico


Foi um sábado à noite animado no sul da California: quem olhou para o céu, pôde ver um feixe de luz branca atravessando a escuridão, num cenário que parecia saído de um filme de ficção científica. A especulação foi imediata e o pânico instalou-se, com muitos californianos a levarem as suas dúvidas e inquietações para as redes sociais. Seria um OVNI?

O alerta foi tal que o Pentágono se viu obrigado a emitir um comunicado oficial: não se tratava de um objeto voador não identificado, mas sim de um míssil - não armado, garantem as autoridades - que foi lançado a partir do submarino USS Kentucky. O lançamento estava agendado e fazia parte de uma avaliação do sistema que é feita com regularidade, para garantir que tudo está a funcionar nas melhores condições.

Segundo a CNN, o aeroporto de Los Angeles tinha já emitido um alerta, explicando que durante toda a semana iriam registar-se perturbações no tráfego aéreo, devido às operações militares, que prosseguem até ao dia 12 de novembro.


terça-feira, 27 de outubro de 2015

Suposto urso polar aparece em foto de Marte divulgada pela Nasa


Diversos cientistas que procuram provar a existência de vida extraterrestre analisaram uma imagem de Marte, divulgada pela Nasa e encontraram uma silhueta que lembra uma espécie de urso polar.

Segundo Scott C. Waring, estudioso de OVNIs e vida extraterrestre, não há dúvida: a silhueta na imagem, que mostra a área da Cratera Gale, na superfície do planeta vermelho, é uma criatura. Para ele, um urso polar.

"Existe uma razão para a Nasa usar fotos em preto e branco: esconder as criaturas e plantas que são coloridas. Este é um ótimo exemplo disso. Esta criatura tem pelos de verdade no corpo. Não é uma estátua, é uma criatura viva", afirmou Waring, que é editor do site "UFO Sightings Daily".

Waring ainda afirmou que irá enviar a imagem para a ONU.

Em setembro, cientistas da agência espacial anunciaram ter encontrado sinais de que Marte tenha água corrente durante o verão, o que aumenta as chances de vida no planeta vermelho.

Noticia retirada daqui

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Cataratas de sangue. A grande pista de que há vida em Marte pode estar na Antárctida


Há vários meses que os cientistas tentavam desvendar o que escondiam as arrepiantes cataratas de sangue do mais meridional dos continentes. Agora falam em vida por baixo dos glaciares, num levantar do véu sobre vida alienígena no universo Jill Mikucki chama-lhe 'curiosidade' mas, até há bem pouco tempo, quase todos os cientistas e curiosos que observaram as cataratas de sangue da Antárctida achavam que elas eram uma inexplicável deficiência do sistema. Naquela que é uma das zonas mais secas e áridas do planeta Terra, nos chamados Vales Secos do mais meridional dos continentes, foram aparecendo misteriosas quedas de água vermelha que têm deixado perplexas as equipas a trabalhar na região. À parte pequenos lagos de água gelada e glaciares isolados, os Vales Secos pareciam apenas espaços sem vida no meio da imensidão desértica. Houve cientistas, no passado, a encontrar focas com milhares de anos de idade, totalmente mumificadas, o que só contribuiu para a ideia de que aqui, neste canto da Terra, nada pode crescer nem viver. Mas essa ideia, tão antiga quanto as primeiras viagens ao continente, acabou de se tornar aparentemente obsoleta graças ao fenómeno sangrento de glaciares como o Taylor, através do estudo das cataratas que, afinal, não escorrem sangue para o lago Bonney, na parte mais a sul dos três maiores Vales Secos de McMurdo.Escorrem, sim, água salgada que ganha a cor do sangue graças aos altos níveis de óxido de ferro. 'Aprendemos tanto sobre os vales secos da Antárctida apenas a olhar para esta curiosidade', dizia há uns dias Jill, microbióloga da Universidade de Knoxville, no Tennessee, que liderou o estudo publicado na revista 'Nature Communications', na terça-feira. 'As cataratas de sangue não são uma mera anomalia, mas um portal para um mundo subglacial.'O que a equipa de Mikucki descobriu em investigações ao longo dos últimos meses, através da prospecção electromagnética do local numa série de voos de helicóptero, é que há vida por baixo dos glaciares desérticos, uma rede de água subterrânea que é um potencial habitat de vida microbiana pristina, intocada há milhares de anos.Movidos por essa suspeita, os investigadores norte--americanos, franceses e dinamarqueses criaram um sensor electromagnético, um enorme transmissor que suspenderam de um helicóptero e testaram numa das cataratas de sangue, no vale Taylor. O instrumento cria um campo magnético que detecta diferenças de condutividade no solo e no subsolo, a uma profundidade de cerca de 300 metros. A evidência saltou quase de imediato à vista, conta Jill. 'A água salgada brilhou como um farol.' O que isto quer dizer é que, ao contrário do que se julgava serem desertos sem vida, existe água líquida por baixo do solo gelado, numa extensão de cerca de 12 quilómetros, talvez mais, que poderá albergar microrganismos. A água tem o dobro da salinidade da do mar e duas razões podem explicar esse facto, adiantou a microbióloga ao LiveScience: as salmouras podem derivar do congelamento e evaporação de lagos maiores que, em tempos, encheram o vale Taylor, ou a água do oceano pode ter inundado as ravinas, deixando para trás níveis altos de sal quando recuou. Isso liga-se ao facto de, durante o Verão do hemisfério sul, os Vales Secos se encherem de pequenos rios e correntes de água que percorrem quilómetros, da Antárctida até ao oceano do Sul, um corpo de água biologicamente rico que circunda o continente gelado. 'Penso que este é um estudo muito interessante e excitante, porque a hidrologia dos Vales Secos tem uma história complicada e tem havido poucos dados sobre o que está a acontecer sob a superfície', reagiu ao 'Washington Post' Dawn Sumner, geobiológa da Universidade da Califórnia, que não esteve envolvida na investigação.Mais do que isso, diz quem esteve envolvido, é que as descobertas já confirmadas sobre a existência de lençóis aquíferos com vida microbiana inauguram um admirável mundo novo que pode ir daqui até ao espaço. Isto porque Jill e a sua equipa acreditam que o facto de haver vida por baixo dos desertos gelados da Antárctida pode ser a tão almejada confirmação de que há vida em Marte e noutros planetas da nossa galáxia. Ao apresentar os resultados dos testes, Mikucki lembrou que 'os cientistas têm usado os Vales Secos para testar instrumentos desde as missões dos vikings' e que, portanto, 'a forma como se detectaram as salmouras' e a forma como se acede a elas 'é relevante para trabalhos em sítios como Marte' – até porque, se algum dia for, de facto, encontrada e confirmada a existência de vida nesse planeta, ou noutros, ela deverá ser semelhante à vida microbiótica agora detectada no subsolo de partes da Antárctida, sublinhou. A subsuperfície do lago Vostok, em Marte, que os cientistas acreditam conter extensa vida alienígena, é muitas vezes citada como um exemplo de fenómenos que podem ser encontrados em Europa, a lua de Júpiter coberta de gelo e oceanos. E estudos recentes sobre Marte detectaram salmouras no planeta que potencialmente terão mantido seres vivos. Se no nosso planeta as águas do subsolo albergam 'formas extremas de vida', referia há uns dias o 'Washington Post', noutras partes do universo, 'as mesmas condições poderão ser tão hospitaleiras quanto o planeta em si'. 'A subsuperfície é, na realidade, bastante atraente quando se pensa em vida noutros planetas', lembra Mikucki. 'É fria e escura e tem todas estas agressões contra ela, mas está protegida do ambiente severo da superfície.' Que condições melhores para gerar vida, qual útero interplanetário? Esses serão os próximos estudos.

Informação retirada daqui