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terça-feira, 14 de maio de 2013

Seria esta a prova derradeira de uma base lunar alienígena?

Apertem os cintos para mais um fato controverso que acaba de atingir a Internet.

No vídeo abaixo mostra um membro da NASA com uma foto embaixo de seu braço, a qual teria edificações estranhas na superfície da Lua.

Bem, pelo menos isto é que alega a pessoa que postou o vídeo no YouTube, StephenHannardADGUK.

Veja o que ele escreveu abaixo de seu vídeo:

“A NASA acidentalmente confirma aquilo que já sabíamos há muito tempo, de que realmente há estruturas na Lua. Nesta foto tirada pela NASA Ames Research Center, podemos claramente ver duas possíveis estruturas; uma sendo um prédio de forma quadrada e a outra, à direita do prédio, parecendo com uma estrutura triangular, ou talvez uma ponte. De qualquer forma ela está ‘arcada’.

Seria esta a prova absoluta de que a NASA está mentindo para o mundo? As pessoas na foto são Anthony Colaprete (http://www.nasa.gov/centers/ames/research/2007/colaprete.html) e Karen Gundy-Burlet (http://women.nasa.gov/karen-gundy-burlet/)”,

Assista o vídeo postado.

Os extraterrestres existem? A Casa Branca diz que não sabe

A Casa Branca deu uma resposta oficial a duas petições que solicitavam que o Governo reconhecesse “formalmente a presença extraterrestre na Terra convivendo com a raça humana”. Não sabe.

As petições solicitavam solicitavam ainda a divulgação “imediata de todos os dados na posse das autoridades e das comunicações com seres extraterrestres”.

A resposta, invulgar, surgiu em forma de comunicado assinado por Phil Larson e pelo departamento a que pertence na Casa Branca, o da política espacial, ciência e tecnologia.

“O Governo não tem provas da existência de qualquer forma de vida fora do planeta, ou de uma presença extraterrestre ter contactado ou se ter relacionado com a raça humana”, diz o texto, que continua explicando que quer o célebre E.T. seja “um homenzinho verde ou uma bactéria, não há informação credível que sugira que qualquer tipo de prova está a ser escondida da opinião pública”.

A Casa Branca frisava que, apesar de este ser o estado da situação, isso não significa que não se esteja à procura da vida para lá da Terra, havendo investigação a decorrer, quer a nível privado (Instituto SETI, por exemplo) quer federal (o trabalho da NASA, através do se telescópio espacial ou da programada missão tripulada a Marte onde, explica Larson, entre outros objectivos se irá detercar se há ou houve condições para existir vida.)

"Muitos cientistas e matemáticos chegaram... à conclusão de que as possibilidades [de existir vida no universo além da humana] são elevadas, que algures entre triliões e triliões de estrelas exista um planeta além do nosso onde exista vida". Porém, continua a resposta às petições que, em conjunto, conseguiram 17 mil assinaturas, "muitos também sublinharam que as hipóteses de contactarmos com essa vida - especialmente uma que seja inteligente - são extremamente pequenas, devido á distância envolvida".

Larson dizia ainda que todas as suas palavras não passam de cenários pois, na verdade, a Casa Branca (e foi em nome dela que respondeu) não sabe se eles existem ou não.

As petições foram feitas no âmbito do programa da Casa Branca “We the People”, que permite aos cidadãos fazer pedidos ao Governo federal e exigir resposta para os que conseguirem mais assinaturas.

Uma das petições tinha a chancela do Paradigm Research Group, que defende que centenas de agências governamentais e militares testemunharam a existência de presença extraterrestre na Terra e diz ainda que de acordo com sondagens realizadas são muitos os americanos que acreditam que o Governo não fala a verdade quando fala de extraterrestres.

Teria um dedo gigante sido descoberto no Egito?



O fotógrafo Gregory Spörri (56) é um empresário bem conhecido da Basiléia, na Suíça. Seu portfólio inclui o “Mad Max”, um cult-shop que celebra as estrelas do FC Basiléia, bem como David Beckham e Stephanie de Mônaco. Sua segunda paixão mudou sua vida: o Egito!

No último dia de sua investigação particular em 1988, lhe foi dada uma dica para contatar um velho “ladrão de tumbas”. O encontro ocorreu a 100 quilômetros ao nordeste de Cairo, em uma casa de fazenda em Bir Hooker. Por $300 (provavelmente US$) Spörri poderia dar uma olhada no ‘tesouro de família’ do ladrão de tumbas, que não havia sido vendido.

Embrulhado em velhos trapos estava o objeto. “Era um embrulho alongada e cheirava mofo. Eu fiquei totalmente pasmo quando vi a relíquia marrom escura; pude pegá-la na minha mão e tirar fotos, com uma cédula ao seu lado para comparar o tamanho“, disse Spörri. O dedo estava quebrado e coberto por bolor seco. “Era surpreendentemente leve, talvez algumas gramas. Meu coração estava no meu pescoço. Aquilo era incrível. Em proporção, o corpo daquele dedo deveria ter uns 5 metros de altura…“

O ladrão de tumbas teria também mostrado ao suíço um certificado de autenticidade e uma imagem de raio-X. Ambos da década de 60. “O ladrão de tumbas jurou em nome de Alá [que era verdade]. O dedo não estava à venda. Parecia ser muito importante para ele e sua família…“

Hoje Spörri se arrepende de ter retornado à sua casa somente com fotos… …Os cientistas não estavam interessados, pois achavam ser impossível. “A relíquia não encaixa em suas teorias“, disse Spörri. Ele não queria zombar dos especialistas e deixou a história morrer. Então, em 2009 ele voltou a pesquisar as antigas relíquias árabes. Mas as pistas de Bir Hooker não estavam mais lá…

Spörri trabalhou intensamente para descobrir mais sobre a relíquia, leu sobre os mitos dos gigantes e também entrou escondido na pirâmide de Giza, onde encontrou enormes sarcófagos não acabados, os quais são muito grandes para pessoas normais.

Teriam existido gigantes no Egito? O historiador romano Flavius Josephus relatou em 79 DC sobre tais seres na história da Guerra Israelita: “Haviam gigantes. Enormes e de forma diferente de qualquer humano normal. Terrível de ser ver. Quem não viu com seus próprios olhos não poderia acreditar que eles eram tão imensos“.

Tudo teoria. O fato é que o dedo ainda não foi encontrado. Spörri decidiu ter uma nova vida em 2008, desistindo de sua profissão. A intrigante descoberta está em seu livro publicado “The Lost God. Day of Doom” (O Deus Perdido. Dia da Maldição – tradução livre do título, n3m3), um suspense no qual mostra a relíquia e uma estória fictícia ao redor do mistério.

O autor diz: “Eu não sou um cientista. Coloquei a relíquia em um romance… … o leitor deverá agora formar sua própria opinião.“

Talvez haja ainda uma nova pista sobre o terrível dedo, para que especialistas possam investigar a história e resolver o mistério de Bir Hooker.

Além de algumas fotos que podem muito bem terem sido forjadas e a palavra de um fotógrafo, não há comprovação alguma de que esta relíquia realmente seja verdadeira. Mesmo assim, ela mexe com nossa imaginação, pois mesmo dentro da literatura reconhecida academicamente de nossa história, embora considerados como meros mitos, há indícios de que nosso planeta abrigava também uma raça de gigantes, a qual provavelmente se extinguiu… ou não.