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domingo, 11 de junho de 2017

OVNI de Alqueva 2004, identificado


Este incidente ocorreu a 31 de Maio de 2004, na Barragem do Alqueva situada entre Reguengos e Évora, quando o jovem Eduardo Silva, estagiário do Instituto de Soldadura e Qualidade (ISQ) na companhia de três colegas se encontravam no local a recolher algumas fotografias no âmbito de um trabalho referente ao meio ambiente.
Eduardo Silva somente reparou que existia uma ponto na sua foto e que ainda brincou com os seus colegas ao alegar ser um OVNI em tom de brincadeira.
Salienta que estava um dia de calor e no seu horizonte não eram visíveis pássaros, não se tratando também de balão, avião ou mesmo helicoptero, não existindo qualquer ruido.
Porem esta noticia correu Jornais e mesmo estações televisivas de informação, despertando as atenções de muitas comunidades alusivas ao fenómeno OVNI.
Segundo o Coronel Barbosa do Estado Maior das Forças Armadas, conta que a Força Aérea não tinha qualquer registo anómalo em Radar, porem iria efectuar um cruzamento de informações e testemunhos da população, passando este caso a especialistas no assunto OVNI.
Os anos passaram, o esquecimento ou arquivamento se esbateu acabando por silenciar este caso, não tendo qualquer resolução sobre o que o Jovem Eduardo Silva teria capturado com a sua câmera fotográfica digital.
Após uma grande análise das mais de 100 espécies de aves existentes no Alentejo, foi possível identificar a ave que terá surgido na foto de Eduardo Silva.



Estas imagens estiveram submetidas apreciação de alguns investigadores Internacionais que concluíram e partilharam a mesma opinião sobre a resolução deste caso. No Alentejo o bem afamado Pombo Torcaz ( Columba Palumbus ), muito apreciado por caçadores e gastronomia regional.
Este é o maior da sua espécie, onde a sua coloração cinza com ligeira plumagem branca e tamanho o distingue de todas as outras espécies congenes.
Esta ave habita todo o território Português, sendo mais abundante em épocas frias, migrando de variados países Europeus.
Toda a zona do Alqueva é abundante desta espécie de ave, sendo muito comum as poder observar enquanto passeia pelos campos do Alentejo ou em viagem de automóvel.
Na fotografia podemos constatar que o Sol está posicionado á direita na imagem, revelando as sombras escuras no montado "Arvoredo" próximo da água e projectando toda a luminosidade sobre a ave "Pombo".
A sua coloração cinza com o reflexo Solar cria um efeito de cinza metálico.
Durante o seu voo esta ave ao entrar para baixa altitude para pouso, recolhe as suas asas que segundo determinada posição fica com o aspecto discóide e inclinação ligeiramente acentuada como muito bem observamos na imagem.
Ao efectuarem zoom sobre a imagem, terão criado um ligeiro desfoque. É de salientar que ao fotografar em programa "modo paisagem", se obtiver uma ave no seu ângulo fotográfico, esta irá ficar com um ligeiro rasto, devido ao tempo de processamento do obturador.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Há um som estranho vindo do mar das Caraíbas que chega ao espaço

Uma descoberta estranha sobre o mar das Caraíbas está a intrigar os cientistas. É que, segundo um novo estudo, o mar desta zona específica do oceano Atlântico emite um som que pode ser detetado do espaço.

À BBC, o investigador Chris Hughes explicou que foram descobertas grandes oscilações inexplicáveis no mar e que, para averiguar o motivo, a equipa da Universidade de Liverpool, no Reino Unido, analisou os níveis das águas e a pressão do fundo marinho.

O que concluíram foi que essas oscilações produziam um som muito parecido ao de uma vibração elétrica, com uma frequência tão baixa que não é captada pelo ouvido humano, mas que é tão poderosa que pode ser detetada no espaço por um dos satélites da NASA.

O som em causa é produzido por uma grande onda, conhecida como a onda de Rossby, que deu nome ao fenómeno: “o apito de Rossby”.

Segundo o estudo agora publicado na revista Geophysical Research Letters, essa onda interage no fundo do oceano, produzindo esse zumbido.

Quanto à razão pela qual o fenómeno só ocorre nesta parte do planeta, Chris Hughes indica três fatores:

É uma bacia relativamente pequena, a onda atravessa toda a região e, mais importante, a corrente de oeste faz com que haja instabilidade”, o que, segundo o especialista, produz uma ressonância que se transforma num zumbido.

O estudo e o entendimento deste fenómeno vão permitir perceber como é que os oceanos vão responder a alterações climáticas futuras.

Para já, os investigadores avançam que o efeito de Rossby pode ter um impacto no Atlântico Norte, uma vez que regula o fluxo da corrente marítima nas Caraíbas, que por sua vez é o percursor da Corrente do Golfo.

Informação retirada daqui

domingo, 30 de agosto de 2015

E se os extraterrestres estiverem à escuta? Ouça os sons que a NASA enviou para o espaço


Os cortes nos programas de pesquisa de vida extraterrestre podem por em risco a capacidade de "falar" com vida inteligente fora da Terra , mas agora a NASA divulgou os sons que enviou para o espaço. 
Há quase trinta anos a NASA enviou para o espaço um conjunto de sons na nave Voyager, destinados aos ouvidos  de extraterrestres, tentando comunicar e estabelecer pontes de ligação, preferencialmente pacíficas.

Os sons têm estado disponíveis online, mas em baixa qualidade. Agora a agência espacial norte americana divulgou a banda sonora que acompanhou a missão de 1977 em formato de alta qualidade, e algumas das escolhas podem ser surpreendentes, mesmo para os terráqueos.  

O "Golden Record" tem sons que parecem código morse, vento, comboios, sons de animais e muito mais. Há ainda saudações em mais de 50 línguas, como pode verificar no álbum disponibilizado.

Informação retirada daqui

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Astronauta diz que extraterrestres tentaram impedir guerra nuclear na Terra


Edgar Mitchell foi o sexto homem a pisar a Lua, em 1971, e há anos que fala do encobrimento da existência de extraterrestres.
O astronauta Edgar Mitchell, o sexto homem a pisar a Lua, disse numa entrevista ao jornal The Mirror que um povo extraterrestre se deslocou à Terra com o intuito de impedir uma guerra nuclear. Já há vários anos que o astronauta reformado, hoje com 84 anos, faz alegações sobre vida extraterrestre que nunca foram corroboradas pela NASA, para a qual trabalhou.
Edgar Mitchell defende que falou com fontes do exército norte-americano, que disseram ter visto naves estranhas a sobrevoar as bases de mísseis e a zona de teste de armamento de White Sands. Mitchell já fala sobre a sua crença em extraterrestres desde que a sua alunagem o tornou numa figura pública.
"White Sands era uma zona de teste para armas atómicas", disse Edgar Mitchell ao jornal britânico The Mirror. "Era nisso que os extraterrestres estavam interessados. Queriam conhecer as nossas capacidades militares. Pela minha experiência, a falar do assunto com pessoas, torna-se claro que os extraterrestres estavam a tentar impedir-nos de entrar em guerra, e ajudar a criar paz na Terra".
Mitchell disse ao Mirror que falou com membros das forças armadas norte-americanas que lhe disseram que viam frequentemente OVNIs (Objetos Voadores Não Identificados). "Outros militares, em bases no Pacífico, disseram-me que os mísseis de teste deles eram abatidos por naves de extraterrestres", acrescentou Mitchell.
Já em 2008, quando Mitchell fez alegações semelhantes numa entrevista, a NASA desmentiu que houvesse um programa de monitorização de extraterrestres ou um encobrimento de avistamentos e contacto com seres inteligentes de outros planetas. "O Dr. Mitchell é um grande americano, mas não partilhamos das suas opiniões neste assunto", disse a NASA, em comunicado.
Edgar Mitchell, que alunou na missão Apolo 14 em 1971, tem hoje 84 anos. Há anos que Mitchell exprime o seu apoio para com a ideia de que os avistamentos de OVNIs têm realmente uma origem extraterrestre, e escreveu um livro acerca das suas aprendizagens acerca do misticismo e das teorias relacionadas com extraterrestres.

Informação retirada daqui