sexta-feira, 9 de junho de 2017
quinta-feira, 23 de junho de 2016
Há um som estranho vindo do mar das Caraíbas que chega ao espaço
Uma descoberta estranha sobre o mar das Caraíbas está a intrigar os cientistas. É que, segundo um novo estudo, o mar desta zona específica do oceano Atlântico emite um som que pode ser detetado do espaço.
À BBC, o investigador Chris Hughes explicou que foram descobertas grandes oscilações inexplicáveis no mar e que, para averiguar o motivo, a equipa da Universidade de Liverpool, no Reino Unido, analisou os níveis das águas e a pressão do fundo marinho.
O que concluíram foi que essas oscilações produziam um som muito parecido ao de uma vibração elétrica, com uma frequência tão baixa que não é captada pelo ouvido humano, mas que é tão poderosa que pode ser detetada no espaço por um dos satélites da NASA.
O som em causa é produzido por uma grande onda, conhecida como a onda de Rossby, que deu nome ao fenómeno: “o apito de Rossby”.
Segundo o estudo agora publicado na revista Geophysical Research Letters, essa onda interage no fundo do oceano, produzindo esse zumbido.
Quanto à razão pela qual o fenómeno só ocorre nesta parte do planeta, Chris Hughes indica três fatores:
É uma bacia relativamente pequena, a onda atravessa toda a região e, mais importante, a corrente de oeste faz com que haja instabilidade”, o que, segundo o especialista, produz uma ressonância que se transforma num zumbido.
O estudo e o entendimento deste fenómeno vão permitir perceber como é que os oceanos vão responder a alterações climáticas futuras.
Para já, os investigadores avançam que o efeito de Rossby pode ter um impacto no Atlântico Norte, uma vez que regula o fluxo da corrente marítima nas Caraíbas, que por sua vez é o percursor da Corrente do Golfo.
Informação retirada daqui
sábado, 23 de abril de 2016
quinta-feira, 21 de abril de 2016
quarta-feira, 13 de abril de 2016
segunda-feira, 11 de abril de 2016
domingo, 3 de abril de 2016
quarta-feira, 23 de março de 2016
domingo, 13 de março de 2016
quinta-feira, 3 de março de 2016
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
sábado, 13 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
sábado, 23 de janeiro de 2016
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
domingo, 3 de janeiro de 2016
domingo, 30 de agosto de 2015
E se os extraterrestres estiverem à escuta? Ouça os sons que a NASA enviou para o espaço
Os cortes nos programas de pesquisa de vida extraterrestre podem por em risco a capacidade de "falar" com vida inteligente fora da Terra , mas agora a NASA divulgou os sons que enviou para o espaço.
Há quase trinta anos a NASA enviou para o espaço um conjunto de sons na nave Voyager, destinados aos ouvidos de extraterrestres, tentando comunicar e estabelecer pontes de ligação, preferencialmente pacíficas.
Os sons têm estado disponíveis online, mas em baixa qualidade. Agora a agência espacial norte americana divulgou a banda sonora que acompanhou a missão de 1977 em formato de alta qualidade, e algumas das escolhas podem ser surpreendentes, mesmo para os terráqueos.
O "Golden Record" tem sons que parecem código morse, vento, comboios, sons de animais e muito mais. Há ainda saudações em mais de 50 línguas, como pode verificar no álbum disponibilizado.
Informação retirada daqui
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
Astronauta diz que extraterrestres tentaram impedir guerra nuclear na Terra
Edgar Mitchell foi o sexto homem a pisar a Lua, em 1971, e há anos que fala do encobrimento da existência de extraterrestres.
O astronauta Edgar Mitchell, o sexto homem a pisar a Lua, disse numa entrevista ao jornal The Mirror que um povo extraterrestre se deslocou à Terra com o intuito de impedir uma guerra nuclear. Já há vários anos que o astronauta reformado, hoje com 84 anos, faz alegações sobre vida extraterrestre que nunca foram corroboradas pela NASA, para a qual trabalhou.
Edgar Mitchell defende que falou com fontes do exército norte-americano, que disseram ter visto naves estranhas a sobrevoar as bases de mísseis e a zona de teste de armamento de White Sands. Mitchell já fala sobre a sua crença em extraterrestres desde que a sua alunagem o tornou numa figura pública.
"White Sands era uma zona de teste para armas atómicas", disse Edgar Mitchell ao jornal britânico The Mirror. "Era nisso que os extraterrestres estavam interessados. Queriam conhecer as nossas capacidades militares. Pela minha experiência, a falar do assunto com pessoas, torna-se claro que os extraterrestres estavam a tentar impedir-nos de entrar em guerra, e ajudar a criar paz na Terra".
Mitchell disse ao Mirror que falou com membros das forças armadas norte-americanas que lhe disseram que viam frequentemente OVNIs (Objetos Voadores Não Identificados). "Outros militares, em bases no Pacífico, disseram-me que os mísseis de teste deles eram abatidos por naves de extraterrestres", acrescentou Mitchell.
Já em 2008, quando Mitchell fez alegações semelhantes numa entrevista, a NASA desmentiu que houvesse um programa de monitorização de extraterrestres ou um encobrimento de avistamentos e contacto com seres inteligentes de outros planetas. "O Dr. Mitchell é um grande americano, mas não partilhamos das suas opiniões neste assunto", disse a NASA, em comunicado.
Edgar Mitchell, que alunou na missão Apolo 14 em 1971, tem hoje 84 anos. Há anos que Mitchell exprime o seu apoio para com a ideia de que os avistamentos de OVNIs têm realmente uma origem extraterrestre, e escreveu um livro acerca das suas aprendizagens acerca do misticismo e das teorias relacionadas com extraterrestres.
Informação retirada daqui
domingo, 12 de julho de 2015
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